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Postado em 09 abril 2014 por Divina Neusa de Queiroz

PREFEITURASO presidente da Associação Goiana dos Municípios (AGM), Cleudes Baré, visitou a Assembleia Lgeislativa durante a sessão ordinária desta terça-feira quando convidou o presidente da Casa, Helder Valin, e os demais deputados a participarem da mobilização nacional contra a crise nos municípios e em prol de um novo Pacto Federativo, evento que acontecerá na próxima sexta-feira, 11. O líder do Governo deputado Fábio de Souza também participou do ato. http://migre.me/iHZtu

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Joaquim e sua coerência

Postado em 08 abril 2014 por Divina Neusa de Queiroz

Nos embargos infringentes da Ação Penal 470 (“Mensalão”), o Ministro Joaquim Barbosa admitiu ter manobrado excessivamente a dosimetria da pena com o fim de evitar a prescrição. Decidiu, então, contra o direito fundamental dos réus. Agiu em nome da justiça e em detrimento da jurisprudência do Supremo Tribunal Federal. Foi criticado, com razão, porque daquele Tribunal se espera que decida segundo a Constituição da República, norma suprema da qual é o Guardião.

Naquela circunstância, o ministro teria decidido de modo substancialista, perseguindo talvez a ética constitucional, único de modo de alcançar a punição de quem abusou da pusilanimidade da legislação penal, crendo na impunidade. Sabia, o Ministro, que a formalidade da norma penal, se aplicada, seria um indulto para condutas criminosas. Porém, sobretudo em matéria penal, não cabe ao juiz perseguir a justiça ao arrepio da lei constitucionalmente adequada, mas dar às partes a segurança prometida pela própria lei. Ainda que os efeitos de sua aplicação nos cause engulho.

Eis que, em nova decisão, agora na Ação Penal 536 (“Mensalão Tucano”, a envolver o agora, ex-deputado Eduardo Azeredo), Joaquim Barbosa exibiu notável coerência.

A questão de ordem submetida ao STF era formalmente banal: se a renúncia de Azeredo ao seu mandato lhe retirava o direito ao foro por prerrogativa de função. A resposta positiva implicaria na remessa dos autos para a Justiça estadual mineira.

A decisão respeitou a imoral tradição da Corte, a qual considera que a legitimidade da renúncia ao mandato tem o poder de deslocar a competência. Assim, o STF concedeu a Azeredo o direito de escolher o foro de seu julgamento, o Poder Judiciário mineiro, instância que decerto assegurará a prescrição penal. Joaquim Barbosa foi voto vencido.

Está claro que, independentemente da legalidade da decisão, o STF se submeteu a uma manobra ardilosa do réu, que zombou da Corte e da sociedade, especialmente a mineira, diretamente lesada por seus atos.

De Joaquim pode-se dizer que decidiu coerentemente: a legalidade e jurisprudência, quando colidirem com a eticidade constitucional, devem ser desconsideradas em nome do ideal constitucional. Orientou-se, assim, do mesmo modo ativista demonstrado na AP 470.

Para o que apontam as decisões de Joaquim Barbosa? Para um ativismo aventureiro e justiceiro, dirão alguns, com certa razão. Mas, antes, revelam a angústia do julgador que se vê preso a um sistema legislativo produtor de normas que privilegiam as artimanhas promotoras da impunidade. E contra a vontade de legisladores compromissados com imorais e antiéticos mecanismos de impunidade, instituídos segundo a formalidade constitucional, pouco poderá o Judiciário fazer sem ofender a própria Constituição.

*Sobre o autor: Caleb Salomão vive em Vitória, no Espírito Santo. É Advogado e professor de Direito Constitucional da Faculdade de Direito de Vitória (FDV). Publicou no Brasil a obra Artigos para Amar, e escreveu outros livros também na área do direito, como o recente Constituição 1988 – 25 anos de valores e transições. Ainda este ano, irá lançar também os livros Em Busca da Legitimidade e (Des) Casando – Reflexões sobre as emoções e o direito nas separações. Acesse: www.calebsalomao.com.br

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Marketing do espírito humano e a conquista dos alunos da geração Z

Postado em 08 abril 2014 por Divina Neusa de Queiroz

A geração “Y” ficou para trás. Já estabelecida no mercado de trabalho e envolta com as suas dificuldades em conquistar o equilíbrio entre a realização profissional e pessoal, cede espaço à “Z”. Esta, porém, pasmem, não tem ideia do que acontecerá com seu futuro. Quer apenas desfrutar o hoje. O vasto acesso à informação permite a esses jovens sentir que o mundo cabe em suas mãos. Num ambiente de excessos, a opinião de seus amigos é confiável e mais influente do que a das marcas. É o que aponta estudo inédito sobre a “Geração @ e as Mudanças dos Consumidores Teen”, realizada pela Enfoque Pesquisa de Marketing.

Uma das principais etapas na vida dos “Z” é entrar na faculdade. Entretanto, muitas instituições de Ensino Superior ainda torcem o nariz quando o assunto é tratar o aluno como o seu principal cliente, ignorando seu perfil, receios e desejos. As mais de 2400 Instituições de Ensino Superior (IES) no Brasil, que concentram os sete milhões de alunos matriculados no País, vivem dilemas que antes não preocupavam a alta administração. O marketing, outrora uma área de luxo, torna-se um setor estratégico e fundamental no processo de entender as necessidades dessa geração e oferecer atrativos que retenham o estudante durante todo o curso. Além disso, espera-se que ele construa uma admiração pela marca e saia da faculdade com um alto índice de satisfação e identificação, a ponto de voltar para cursar pós-graduação, indicar a instituição ou simplesmente reencontrar amigos e professores.

O mercado de educação particular representou, em 2012, quase 1% do PIB brasileiro. Com receitas que giram em bilhões, muitas IES lançam mão de estratégias ultrapassadas e enfadonhas na hora de captar o aluno pertencente a uma geração imediatista, impaciente e intensa. Enquanto o “Y” está saindo e ocupando o seu espaço no mercado de trabalho, o “Z” está em seu processo de escolha. Para ele, é natural começar um curso, pausar e continuar em outro, até que o conhecimento almejado seja construído. Júlio César de Castro Ferreira, especialista em comunicação digital e psicopedagogia, reforça que esses jovens não querem prender-se a apenas uma área de conhecimento, pois o seu desejo em experimentar é tão ampla quanto as possibilidades que se apresentam a partir desse novo nível de conectividade. Qual curso de graduação escolher? Por que passar quatro anos em uma faculdade, se é possível viajar e conhecer o mundo?

Os “Z”, nascidos em meados da década de 1990, não são capazes de imaginar suas vidas sem computador, celular, redes sociais e chats. Diferentemente de seus pais, sentem-se à vontade quando ligam ao mesmo tempo a TV, rádio, telefone, música e internet. Júlio Cesar reforça, ainda, que não são mais influenciados pela mídia de massa e não aceitam ser consumidores passivos. Para eles, a opinião de terceiros, principalmente dos amigos, é decisiva para a tomada de decisão, normalmente formada e sacramentada nas redes sociais. Valorizam muito as empresas e instituições que dão atenção a sua opinião e viabilizam uma interação aberta com o seu público.

O marketing focado no produto e nas vendas ficou para trás. Estamos numa época voltada aos valores. O jovem, quando em processo de escolha, leva em conta muito mais do que os fatores tradicionais que as faculdades costumam destacar em suas campanhas de captação de alunos: preço, localização e corpo docente. Ele quer mais. Philip Kotler, em seu livro “Marketing 3.0: as forças que estão definindo o novo marketing centrado no ser humano”, defende que estamos na era da sociedade criativa e do marketing do espírito humano. Em um mundo colaborativo e interligado, os consumidores expressivos são os que mais usam as redes sociais. Eles criticam marcas que têm impactos sociais, econômicos e ambientes negativos na vida das pessoas.

As redes sociais são parte fundamental na vida dos adolescentes brasileiros para se socializarem, conhecerem pessoas, terem reconhecimento e autoestima. Em seus perfis, eles se mostram como querem ser vistos, geram e compartilham conteúdo constantemente. E esse espaço é fundamental na escolha de uma universidade.

Dessa maneira, as IES precisam aumentar a sua presença nas redes sociais e torná-las um espaço oficial de interação com os jovens. Eles querem tirar as suas dúvidas em um chat no Facebook, em vez de ligar e esperar um atendente lhe dar a informação. E uma vez que optaram pela IES, esperam encontrar na fanpage da sua faculdade as respostas para os seus problemas acadêmicos e também todas as informações sobre eventos, cursos e conteúdos relevantes sobre as suas áreas de interesse. Considerando que esses alunos são envoltos em um mundo de games, cabe às IES pensar em conteúdos mais atrativos em sala de aula, capacitando o professor – primordial nesse processo – a usar a tecnologia para tornar as aulas mais interessantes.

Essa preocupação em captar alunos deve estender-se a outros processos de relacionamento. É fundamental estabelecer um padrão de qualidade na prestação de serviços durante todo o período do curso. A mesma IES que mostrou ao aluno o quanto podia oferecer deve ouvi-lo e atendê-lo quando ele precisar. Isso enquanto o jovem ainda está em sala de aula, já que a tendência é que a educação à distância ocupe cada vez mais o espaço da presencial: o número de matrículas subiu de 40 mil, em 2002, para 1,1 milhão, em 2012, de acordo com o Ministério da Educação. É a modalidade que mais cresce no País e hoje representa mais de 15% do total de estudantes. Estratégias de marketing para captação e retenção de alunos somente terão sucesso se considerarem todas essas transformações do mundo. Artigo de Jéssica de Almeida Santos*

*Jéssica de Almeida Santos é profissional de Marketing da Faculdade Santa Marcelina (FASM).

Faculdades Santa Marcelina – FASM

Assessoria de Imprensa: Ricardo Viveiros & Associados – Oficina de Comunicação www.viveiros.com.br

Atendimento: Mariana Santos

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Tel: (11) 3675-5444 abril/2014

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PODEROSO SUCO EMAGRECEDOR

Postado em 08 abril 2014 por Divina Neusa de Queiroz

PODEROSO SUCO EMAGRECEDOR – O suco de limão com pepino emagrece mesmo. Desde que o blog Cura pela Natureza publicou a receita, não param de chegar aos editores do site depoimentos de leitores testemunhando a eficácia do suco. É por isso que a bebida é chamada de “poderoso suco emagrecedor”. Saiba mais acessando o link:

http://www.curapelanatureza.com.br/2013/09/poderoso-suco-emagrecedor-limao-com.html

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E vai Rolando a Massinha

Postado em 08 abril 2014 por Divina Neusa de Queiroz

Todo bom brasileiro é conhecido em bordões por ser teimoso e não desistir nunca, e aqui não se trata dessas campanhas ufanistas que insistem em valorizar o cidadão. Trata-se de gente comum e que pela simplicidade faz a diferença. E é uma dessas histórias que a Editora Évora, pelo selo Generale, está lançando esse mês e pode ser a de muitos brasileiros acostumados a expressões como “estou vendendo o almoço para pagar o jantar”. A história dessa vez traz o relato biográfico de Rolando Vanucci, brasileiro, empreendedor, empresário e que hoje colhe os frutos de uma vida recheada de sacrifícios e de muito trabalho. Ele viveu a realidade de muitas profissões, e passou por dificuldades durante uma temporada em Belo Horizonte, foi o personagem central de invejas e de bondades de colegas que conheceu na cidade. Vanucci conta sua história de uma forma peculiar e leva o leitor a mergulhar num universo simples, recheado de aventuras e desventuras onde o molho central é a busca por um lugar ao sol, ou à chuva, ao vento, ao frio. O autor e personagem buscou a inovação em todos os momentos de sua vida e criou uma start up de alimentos onde a necessidade sempre foi o ponto central.

Ele lançou uma cantina sobre quatro rodas. De massa pronta que ele terceirizava no começo da operação, Vanucci passou a fabricar sua própria massa e fica contente ao ouvir dos clientes e amigos elogios e sugestões.

Hoje, casado com Andrea e pai da Isabella, Vanucci relata sua vida em “Rolando Massinha – Uma história de vida com receitas de amor” traz a biografia de uma pessoa simples, desde o momento que nasceu em Pernambuco até a instalação da Kombi de massas mais famosa do Brasil no estacionamento de uma loja de lingerie na avenida Sumaré, na cidade de São Paulo. Ele não faz questão de esconder fatos ou censurar passagens, mas traz a essência de luta que é o pano de fundo da vida de qualquer brasileiro em busca de uma profissão bem sucedida. A receita do triunfo em todos os casos é a necessidade– “Se existiu um momento em que a Andrea poderia ter pego a mochila e ido embora, era aquele. Mas ela resistiu firmemente. É uma mulher notável, de fibra, uma taurina insuportavelmente maravilhosa. Tudo que sou hoje eu devo a ela. Ela é meu porto, minha âncora, minha segurança, meu pé no chão. Além de tudo, essa maledetta me deu minha filha Isabella. Eu acho que amo essa mulher!”- conta ele.

No relato autobiográfico “Rolando Massinha – Uma história de vida com receitas de amor”, o autor dividiu o livro em duas partes e na segunda presenteia o leitor com receitas de amigos queridos como os chefs Alberto Landgraf, Alex Caputo, Alice Claro, Álvaro Rodrigues, Andrea Kaufmann, Brunella Mar, Carla Pernambuco, Carole Crema, Checho Gonzalez, Fabio Koyama, Henrique Fogaça, Leornardo Bevilacqua, Patrícia Poleto, Rodrigo Oliveira. A apresentação do livro ficou a cargo de Alex Atala.

Editora Évora traz a biografia do verdadeiro empreendedor brasileiro

O livro “Rolando Massinha – Uma história de vida com receitas de amor” de Rolando Massinha está disponível em todas as livrarias ou pelo site www.editoraevora.com.br.

SOBRE O AUTOR

Rolando Vanucci tem uma história de vida impressionante marcada por superação, aprendizados e inovações. Nascido e criado numa família de classe média de Recife veio para São Paulo ainda criança e em um momento em que sua família passava por dificuldades. Assim, Rolando, desde cedo, aprendeu sobre o valor do trabalho. Entre as profissões constam: office-boy, ambulante, fotógrafo, sacoleiro, vendedor (inclusive de pamonha), gerente de loja, organizador de festas, trabalhou com fretes, pintor e empreiteiro. Depois de altos e baixos abriu a Kombi de massas mais famosa do Brasil. Hoje, ele também tem um restaurante, uma loja delivery, uma fábrica de massas, um espaço para eventos no restaurante e duas kombis onde faz todo tipo de eventos sociais, corporativos e gastronômicos, e hoje seus novos projetos são a Rolando Doguinho e Rolando Churrinho.

SOBRE O LIVRO

Título: Rolando Massinha

Subtítulo: Uma história de vida com receitas de amor

Autor: Rolando Alexandre Vanucci Junior

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Empresários visitam Ipameri para instalação de empresa

Postado em 08 abril 2014 por Divina Neusa de Queiroz

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A Prefeita Daniela Vaz Carneiro recebeu a visita do Sr. Helder Sampaio e Herivelton T. Barbosa Sócio Proprietários da Empresa AGROMAQ Máquinas Agrícolas e também de seu Diretor Comercial Rogério Balbino, na oportunidade acompanhados pelo Sec. Nazareno Soares e o Secretário Jânio Pacheco, visitaram terrenos que viabilizam a implantação estratégica da empresa!

Otimistas, os empresários agradeceram a Prefeita pelo empenho em busca da consolidação desta empresa que vem a somar com o município gerando novos empregos, e também oferecendo aos produtores rurais máquinas e implementos agrícolas, evitando a necessidade de se deslocar para outros municípios para aquisições dos mesmos. Prefeitura Municipal de Ipameri “Governo para todos”

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Caravana Embrapa finaliza primeira etapa na BA

Postado em 03 abril 2014 por Divina Neusa de Queiroz

A Caravana Embrapa de Alerta às Ameaças Fitossanitárias encerrou a primeira etapa de atividades com eventos realizados em Luís Eduardo Magalhães (BA) nos dias 28 e 29 de março. A visita contou com a participação do diretor-executivo de Pesquisa e Desenvolvimento da Embrapa, Ladislau Martin Neto, um grupo de 30 pesquisadores, analistas, técnicos e assistentes de sete Unidades da Embrapa (Cerrados, Milho e Sorgo, Soja, Algodão, Recursos Genéticos e Biotecnologia, Informação Tecnológica e Secretaria de Comunicação), além de chefes gerais da Embrapa Cerrados (Planaltina, DF), José Roberto Peres, e Antônio Álvaro Purcino, da Embrapa Milho e Sorgo (Sete Lagoas, MG).

Desde dezembro do ano passado, a Caravana Embrapa percorreu 17 Estados e o Distrito Federal, contabilizando 34 polos agrícolas visitados e o alcance de cerca de 5 mil técnicos multiplicadores, que receberam informações sobre ameaças fitossanitárias e as estratégias para a manutenção do equilíbrio dos agroecossistemas, como Manejo Integrado de Pragas, controle biológico, controle químico e tecnologia de aplicação, entre outras.

Na Bahia, os eventos de encerramento da primeira fase da Caravana foram promovidos em parceria com a Fundação Bahia, a Associação Baiana dos Produtores de Algodão (Abapa), a Associação de Agricultores e Irrigantes da Bahia (Aiba), a Agência Estadual de Defesa Agropecuária da Bahia (Adab), a Empresa Baiana de Desenvolvimento Agrícola (EBDA) e o grupo técnico do Programa Fitossanitário da Bahia. As palestras foram elaboradas em sintonia com o contexto da paisagem agrícola do Oeste baiano e com os problemas fitossanitários enfrentados pelos produtores da região.

No dia 29, as palestras fizeram parte da programação da Passarela da Soja e do Milho, evento promovido pela Fundação Bahia em parceria com a Embrapa e que teve público total de mais de 1,2 mil pessoas. Ladislau Neto lembrou o compromisso do Brasil de ser um player estratégico global e agradeceu aos parceiros e aos mais de 120 empregados da Embrapa envolvidos na Caravana Embrapa. “A Caravana levou informações sobre Helicoverpa armigera e outras pragas e permitiu a maior integração do grupo de pesquisa. Estamos comprometidos com as agendas e os novos desafios”, disse.

Para o presidente da Fundação Bahia, Ademar Marçal, a presença do grupo numeroso de integrantes da Embrapa foi um marco histórico na região. “Precisamos baixar o custo de produção e aumentar a produtividade. É muito sério o que está acontecendo com o uso indiscriminado de defensivos agrícolas. Mas é possível mudar isso com o apoio da Embrapa, levando informações e treinamento de equipes”, afirmou.

As palestras ficaram por conta do coordenador local da Caravana, Sérgio Abud, da Embrapa Cerrados (Planaltina, DF), que falou sobre “Ameaças fitossanitárias e manejo integrado de pragas com foco na paisagem agrícola do oeste baiano”; do pesquisador Daniel Sosa-Gómez, da Embrapa Soja (Londrina, PR), que abordou “Manejo de resistência às proteínas Bt” e “Uso de vírus e bactérias para o controle de lagartas”; de Ivan Cruz, pesquisador da Embrapa Milho e Sorgo, que tratou do tema “Controle biológico: uso de insetos benéficos e Trichogramma spp.”; e do consultor Paulo Bettini, da Associação Brasileira dos Produtores de Soja (Aprosoja), que tratou do tema “Tecnologia de aplicação”.

Experiências com MIP

Antes, na manhã do dia 28, os integrantes da Caravana Embrapa e técnicos haviam visitado a Fazenda São Francisco, onde foram apresentadas três experiências de produtores locais com o Manejo Integrado de Pragas (MIP). Celito Breda, diretor da Fundação Bahia e coordenador do Programa de Manejo Fitossanitário da Bahia, destacou a preocupação dos produtores com o aumento dos custos de produção na região. “Estamos aprendendo e a Embrapa, com certeza, também. Precisamos aprender juntos, por isso estamos mostrando a evolução (no manejo de pragas) de uma safra para outra”, disse.

Rinaldo Grassi, um dos agrônomos da fazenda, que produz soja, milho e algodão em 28,5 mil hectares, apontou as estratégias de MIP em soja adotadas para a safra 2013/2014. A propriedade realizou manejo de inverno e vazio sanitário; destruição mecânica de soqueira de algodão; monitoramento de lagartas com pano de batida e de adultos com armadilhas luminosa e de feromônio; observância dos princípios da tecnologia de aplicação; controle químico com diamidas e controle biológico com vírus HzNPV e Bacillus thuringiensis. “Nossa mensagem é o monitoramento, que se bem feito gera dados mais seguros para tomarmos decisões mais assertivas”, afirmou.

O monitoramento também é uma preocupação para o produtor Luiz Antônio Pradella, que cultiva milho (boa parte consorciado com capim Piatã) e soja convencional. Nesta safra, além de fazer rotação de princípios ativos, ele aplicou o vírus HzNPV e inseticidas Bt. “Fazíamos o controle químico com atraso e sem saber qual praga estava na lavoura. Também perdíamos prazo para fazer controle biológico, pois o monitoramento era falho, Este ano, com o vírus e o inseticida Bt, não usamos praticamente nada de diamidas e outros produtos”, disse, mostrando uma planilha comparativa das safras 2012/13 e 2013/14 sobre o tratamento com inseticidas em um determinado talhão, no qual o custo com aplicações caiu 21%.

Há 32 anos no Oeste baiano, o produtor Rony Reimann cultiva algodão, soja e milho. Assim como Grassi e Pradella, ele também salientou a importância do monitoramento. “Não é preciso ter 20 mil, 30 mil hectares para fazer monitoramento. Pequenos produtores também podem fazer”, observou. Entre as medidas adotadas, estão a eliminação da resteva do algodão e o uso do vírus HzNPV, que levaram à diminuição da aplicação de produtos químicos na lavoura. “A economia é fenomenal para o bolso e para o ambiente”, finalizou.

Técnicos

À tarde, cerca de 60 técnicos multiplicadores que atuam na região acompanharam, no auditório da Fundação Bahia, as palestras dos pesquisadores da Caravana Embrapa, que também apresentaram alguns resultados das pesquisas em andamento.

A pesquisadora Silvana de Paula-Moraes, da Embrapa Cerrados, abordou as ameaças fitossanitárias para o Brasil, os componentes de pesquisa e de transferência de tecnologia do arranjo de projetos da Embrapa sobre MIP para lepidópteros-pragas com foco em H. armigera (Arranjo Armigera), bem como o Manejo de Resistência de Insetos (MRI) à tecnologia Bt. Daniel Sosa-Gómez apresentou considerações sobre o MRI no Brasil. O pesquisador Fernando Valicenti, da Embrapa Milho e Sorgo, falou sobre o uso de Bacillus thuringiensis e Baculovirus. Em seguida, Ivan Cruz abordou, no tema controle biológico, a preservação de insetos benéficos e o uso de Trichogramma spp.

Três pesquisadores apresentaram alguns resultados de pesquisa. Rose Monnerat, da Embrapa Recursos Genéticos e Biotecnologia (Brasília, DF), falou sobre os trabalhos de desenvolvimento de bioinseticida à base de Bacillus thuringiensis e de monitoramento da susceptibilidade de insetos a plantas Bt. Edson Hirose, da Embrapa Soja, apresentou dados da pesquisa sobre a determinação do nível de ação dos Heliothineos. Por fim, Samuel Roggia, também da Embrapa Soja, comentou os resultados parciais da pesquisa sobre o manejo da Helicoverpa.

Após as palestras, Celito Breda apresentou um conjunto de ações e recomendações propostas no âmbito do Programa de Manejo Fitossanitário da Bahia. O documento foi encaminhado aos pesquisadores da Embrapa para avaliação. No encerramento do encontro, os técnicos puderam fazer perguntas aos pesquisadores.

Próximos passos

A segunda etapa da Caravana Embrapa será marcada pela instalação de Unidades de Referência Tecnológica (URTs) em propriedades particulares localizadas nos polos agrícolas visitados, além do atendimento a demandas locais com capacitações em temas específicos por especialistas.

A ideia é que essas fazendas realizem o MIP com o assessoramento de técnicos, servindo de demonstração da estratégia de manejo adaptada à realidade local. No Rio Grande do Sul, primeiro destino da Caravana, já foram implantadas 21 URTs em parceria com a Emter/RS-Ascar.

Ainda durante a passagem da Caravana pela Bahia, Ladislau Neto, José Roberto Peres e Álvaro Purcino se reuniram com lideranças da Aiba, da Abapa, da Adab e da Fundação Bahia para discutir demandas técnicas para a agricultura da região do Matopiba, compreendida pelos Estados do Maranhão, Tocantins, Piauí e Bahia.

Caravana

Composta por 33 pesquisadores e técnicos divididos por equipes, a Caravana Embrapa de Alerta às Ameaças Fitossanitárias começou suas atividades em dezembro de 2013 com eventos em Goiás, no Distrito Federal e no Rio Grande do Sul. Durante quatro meses, os especialistas percorreram todas as demais regiões produtoras do País, levando informações emergenciais sobre o manejo da Helicoverpa armigera e outras pragas. As equipes também visitaram Mato Grosso, Maranhão, Piauí, Mato Grosso do Sul, Tocantins, Santa Catarina, Paraná, Roraima, Sergipe, Alagoas, São Paulo, Amapá, Pará, Minas Gerais e Bahia.

Segundo o assessor da Diretoria de Pesquisa e Desenvolvimento da Embrapa, Paulo Roberto Galerani, mais do que orientações e técnicas necessárias para a solução de problemas causados pela Helicoverpa armigera, a Caravana busca levar a mudança no campo, reforçando para os produtores a importância da adoção do manejo integrado, com foco no agroecossistema como um todo. “Assim teremos um cenário mais favorável já na próxima safra. É importante que os produtores saibam que o resultado não será imediato, mas dependerá de uma mudança de atitude para que eles possam controlar a infestação da praga em sua lavoura”, explica.

A Caravana é uma iniciativa da Embrapa e conta com apoio da Associação Brasileira dos Produtores de Algodão (Abrapa), da Associação Brasileira dos Produtores de Soja (Aprosoja) e da Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB). O roteiro completo pode ser acompanhado no Site da Caravana (http://www.embrapa.br/caravana). No site também é possível baixar os materiais informativos.

Breno Lobato – MTb 9417-MG

Jornalista da Embrapa Cerrados

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EJA e a arte de educar jovens e adultos

Postado em 03 abril 2014 por Divina Neusa de Queiroz

Acabou-se o tempo em que a educação de adultos visava apenas ensinar o aluno a ler e a escrever. Atualmente, ela está voltada à formação de agentes transformadores, críticos e aptos a ingressar ou se sobressair na vida profissional.

Por Maria Angela Diaféria*

A andragogia, do grego (“andros” – adulto e “gogos” – educar) se constitui como a ciência voltada ao ensino de adultos. Ao se pensar em educação de adultos, precisamos ter como princípio a ideia de que algumas particularidades precisam ser respeitadas e, por essa razão, o currículo deve ser pensado em função das necessidades deste perfil singular de estudante.

Diferentemente dos usuais métodos de ensino às crianças, os jovens e adultos tendem a aprender algo quando esse conhecimento se associa a uma necessidade e função conectadas a sua realidade, de forma que os conteúdos tratados em sala de aula precisam estar relacionados a temas significativos da vida social e profissional destes alunos. É imprescindível, portanto, que as aulas estejam baseadas e pautadas em experiências concretas e funcionais interligadas à vivência do grupo.

A pergunta “isto serve para quê?” deve estar sempre em evidência no planejamento do professor e permear o dia a dia do educando. Torna-se função do educador, assim, provocar transformações nestes alunos, a partir do conhecimento (saber) que será transmitido, associado às habilidades (saber fazer) intrínsecas deste conhecimento e por meio de atitudes (querer fazer) do educador e do próprio educando.

Esse é o grande desafio da educação: agregar valor ao que se propõe a ensinar, sem deixar de cumprir as exigências competitivas do mercado de trabalho.

O modelo andragógico, nesse viés, possui os seguintes princípios básicos:

1. Saber justificado: adultos precisam saber por que precisam aprender algo e qual o ganho que obterão nesse processo. Ainda, o aprendizado é mais bem aproveitado e retido quando os conceitos apresentados são bem contextualizados, demonstrando sua aplicação prática e sua utilidade.

2. Novo conceito de aprendiz: adultos são responsáveis por suas decisões e por sua vida, portanto, querem ser vistos e tratados pelos outros como capazes de se autodirigir.

3. Aprendizado e realidade: para o adulto, suas experiências são a base de seu aprendizado. As técnicas que aproveitam essa amplitude de diferenças individuais e sociais, relacionando, inclusive, o aprendizado em sala de aula com situações reais do dia a dia do educando, se mostram mais eficazes.

4. Motivação para aprender: adultos mais motivados a aprender em decorrência de fatores externos, como melhores oportunidades de trabalho e salários, mas também devido a valores intrínsecos, como autoestima, reconhecimento pessoal, autoconfiança, entre outros.

Dessa forma, acabou-se o tempo em que a educação de adultos visava apenas ensinar o aluno a ler e a escrever. Atualmente, ela está voltada à formação de agentes transformadores, críticos e aptos a ingressar ou se sobressair na vida profissional.

O adulto chega à escola trazendo um sonho, tal qual o de ser reconhecido pelo o que já sabe, e, em contrapartida, tem consciência do que ainda não sabe. Essa é uma importante ambiguidade do trabalho do professor na EJA, cuja atuação deverá se focar no resgate deste sonho, procurando trazê-lo à realidade, enquanto orienta o educando na busca por sua excelência educacional.

Vale mencionar a lição de Paulo Freire, presente no livro Pedagogia da Tolerância, coletânea de reflexões organizada por Ana Maria Araújo Freira (2004, p. 206), no qual ele afirma que “não é possível sonhar e realizar o sonho se não se comunga este sonho com outras pessoas.”

Deve o professor da EJA, de tal modo, incentivar seus alunos a investir em si mesmos e a buscar seus sonhos, alcançando por meio desta união o resultado prático de suas idealizações, formando o aluno como ser humano tanto quanto profissional.

Por estes motivos, ressalto que enquanto a escola prepara a criança para o futuro, na EJA a escola prepara o adulto para o presente, oportunizando diminuir a distância entre o que o adulto espera aprender na escola e o que a escola oferece de aprendizado para este adulto. Ao mesmo tempo, a EJA procura traduzir para a realidade social deste indivíduo o que ele espera de seu ambiente educacional e social, em contraste com o que a sociedade e o mercado de trabalho buscam deste profissional.

* Maria Angela Diaféria é assessora pedagógica da Editora FTD.

© 2014 MicrosoftTermosPrivacidadeDesenvolvedoresPortuguês (Brasil)
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Patrulha do Desenvolvimento com máquinas a todo vapor hoje em Pires do Rio

Postado em 03 abril 2014 por Divina Neusa de Queiroz

patrulhadesenvolvimento-fotodivulgaçãoAcontece hoje,dia 04 de abril de 2014, ás 10horas,no saguão da Prefeitura Municipal o lançamento do Programa Patrulha do Desenvolvimento Regional para o município de Pires do Rio.Limpeza de ruas, roçagem de áreas públicas, encascalhamento e abertura de ruas, recolhimento de entulhos e várias outras ações têm sido realizadas nos municípios por onde a patrulha passa.

Na cidade, serão disponibilizados três pás carregadeiras, dois caminhões e duas motos niveladoras, que começam a trabalhar amanha cedo. A prefeita Cida Tomazini quer que seja feito o máximo que for possível. Roçagens, encascalhamentos, abertura e melhoria de ruas, recolhimento de lixos e entulhos serão realizados nos setores e a zona rural também será atendida.O Sindicato Rural está trabalhando em parceria com o governo estadual e a prefeitura local.

Para diversos moradores a chegada da Patrulha do Desenvolvimento Regional em Pires do Rio acontecerá na hora certa, uma vez que as ruas da cidade estão precárias e necessitando de vários reparos. Amanhã, dia 04 de abril 2014, serão iniciados os serviços e precisamos melhorar e muito as ruas com tapa buracos e encascalhamento, reivindicam os moradores dos bairros onde as ruas estão intransitáveis

Sem qualquer custo para os municípios, a Patrulha de Desenvolvimento Regional tem sido uma “mão na roda”, como se diz diversos prefeitos atendidos pelo programa, por se tratar de máquinas que a grande maioria não possui para executar inúmeros serviços. O governo estadual tem levado máquinas e implementos aos municípios que ficam à disposição dos gestores durante uma semana.

O Programa tem o intuito de que a aparelhagem seja utilizada para limpeza de ruas, roçagem de áreas públicas, encaslhamento de estradas vicinais, encabeçamento de pontes, abertura de ruas, recolhimento de lixo e entulhos, operação tapa buracos e diversas outras ações. É nessa sexta – feira (4/4), 10 horas no saguão da Prefeitura. Esperamos você!

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Aluno do IF Goiano – Câmpus Morrinhos conquista título da Microsoft

Postado em 02 abril 2014 por Divina Neusa de Queiroz

A empresa Microsoft reconheceu o aluno João Victor Gonçalves de Paula, do 5º período do curso superior de Tecnologia em Sistemas para Internet, como MSP – Microsoft Student Partners. Trata-se do maior título concedido pela Microsoft para os discentes do Ensino Superior que se destacam durante o período de estudos.

Para se ter uma ideia, atualmente em Goiás, só existem mais dois estudantes com o mesmo título, ambos de Goiânia, sendo João Victor, portanto, o único em atuação fora da capital. A conquista é fruto do envolvimento do aluno no programa S2B, através do qual adquiriu várias certificações até se tornar instrutor (maestro da Microsoft).

Programa S2B – Em parceria com a multinacional referência no desenvolvimento de softwares, o Câmpus Morrinhos iniciou a execução do S2B em 2012. Aberto à comunidade do Sul goiano, o programa visa possibilitar que estudantes desenvolvam suas competências e habilidades em áreas específicas de Tecnologia da Informação, aproximando-os do mercado de trabalho.

Essa parceria também permite aos alunos dos cursos superior e técnico da área de Informática do câmpus o acesso ao programa DreamSpark Premium, que consiste no fornecimento gratuito de diversas ferramentas de desenvolvimento, servidores e outros softwares. Atualmente, são quase 200 softwares da Microsoft disponíveis.

O S2B está inserido no Projeto de Tecnologia da Informação e Comunicação (TIC) do IF Goiano, que tem como meta final a implantação do Centro de Excelência de Software Aplicado do Sul Goiano (Cesasgo).

Lidiane Neves
Jornalista

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ate que enfim alguma coisa vai ser feita essa historia da agua do cemiterio e muito velha (Selma Almeida)

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